MP instaura Inquérito Civil para apurar contratação de psicólogos em vagas puras na gestão de Marcos Calderan em Maracaju.

O Ministério Público Estadual (MPE) instaurou o Inquérito Civil nº 06.2025.00001077-0 para apurar possíveis irregularidades na contratação de psicólogos temporários pela Prefeitura Municipal de Maracaju MS, sob gestão do prefeito Marcos Calderan.

De acordo com denúncia recebida pelo MPE, o município teria realizado contratações temporárias para preencher vagas puras, ou seja, cargos efetivos que deveriam ser ocupados por candidatos aprovados em concurso público.

O denunciante afirma ter sido aprovado no concurso público de 2024, promovido durante a atual gestão, para o cargo de psicólogo, mas não foi nomeado. Segundo ele, a prefeitura optou por contratar profissionais temporários para exercerem as mesmas funções.

Ao ser questionado pelo Ministério Público, o município encaminhou uma relação contendo os psicólogos que integram o quadro de servidores — entre efetivos, cedidos e contratados temporariamente.

Após análise, o MPE constatou que nove psicólogos foram contratados temporariamente, sendo que apenas quatro contratações foram justificadas pelo município. As demais cinco contratações preencheriam vagas puras, o que motivou a abertura do inquérito para apuração dos fatos.

Confira abaixo a relação dos profissionais contratados temporariamente:

  1. Ana Flávia Mendes Resquin – contratada (trabalhando)
  2. Cleonice Aparecida Cordeiro Barbosa – contratada (trabalhando)
  3. Elenice Varanda da Silva – contratada (trabalhando)
  4. Jaqueline Limberger Cota – contratada (trabalhando)
  5. Kênia Letícia Barros Mendes – contratada (trabalhando)
  6. Luana Varaschini – contratada (trabalhando)
  7. Talita Torres Teixeira – contratada (trabalhando)
  8. Tuany Camila Silva Fernandes – contratada (trabalhando)
  9. Yohana Arguelho Zimpel – contratada (trabalhando)

O Ministério Público deverá analisar as justificativas apresentadas e, caso sejam confirmadas irregularidades, poderá adotar medidas administrativas e judiciais cabíveis.

A Prefeitura enviou ao MPE a resposta oficial sobre o caso, que pode ser conferida [aqui] (inserir link, se houver documento público).

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